O poeta dilata as flores pálidas
Como um coração entre as máquinas
Como as abelhas que buscam o mel
nas aquarelas
Eu ouço as vozes e não vejo as cores
Com o invisível toque
Da luz das velas
Chove o suor sobre os telhados de tinta
E os espelhos fingem o sorriso
Quando as mãos rabiscam a terra
E inventam a semente
As paredes estão escritas com orações
Depois da guerra
terça-feira, 1 de março de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Dedicação aos noivos
Despertem as flores
Hoje o dia nasce com suor e trabalho
Para a perfeição da noite
Os olhares trocados em cumplicidade
Reluzida na prata dos talheres
Traduzida nas almas
A chuva cobre uma bençãos de paz
Para a noite que vem se preparando de noiva
A noiva prepara seus olhos
O noivo prepara sua grave voz de trovão
Para os votos trocados
Perante todos
A noiva deseja casar
O noivo brilha nas alianças
Nascendo um novo lar
As toalhas bem preparadas
Na terra o suspiro fresco
As estrelas encantadas
Pela luz das brazas
Os olhos baixos suspirados
Aguardando a entrada
Das ninfas divinas cantando
"Invejamos ela
Que é tão bela
Que brilha como a lua
Que vai se casar
Que seja na delizadeza das manhãs claras
Sempre amada
Que o noivo lhe seja sempre os beijos
Os braços fortes
As voz de trovão
Que ela seja a rainha
Das terras prometidas
Dos orvalhos da madrugada
Dela é a voz das conchas
Das sereias, que dela seja o canto
Mítico sob as águas
Ela é mulher e deusa
E nós desejamos
Ter dela a benção de encontrar
Alguém para nós
Feliz seja o homem
Que for dela marido e alma
Para a vida inteira
Feliz o homem que tocar sua mão
E dela tirar o ar entregue
Que venham os filhos fiéis a promessa
Que seja sempre jurada
A vida aos dois
Que a morte se envergonhe
De terminar sua estrada
Mas que nem depois desta passagem
Se apague o amor dos dois"
No coração um universo de cores
Nos olhos os raios de uma super-nova
Ela entra mulher
E sai noiva
Ele entra homem
E sai noivo
Verdes que se amadureçam na primavera
E que abram as flores para os frutos
Para os noivos de mãos dadas
Que sonham com um lar
A festa com o calor
De fraquejar as pernas
De tamanho amor
Que não seja mais segredo
Onde as nascentes criam os rios
Para os mares
Para os noivos
Toda sorte
Que a vida lhes seja doce e cheia de seda
Com porcelanas bordadas e nuvens brancas
Que beijem os beija-flores e as açucenas
Que a noite faça silêncio para o seu sono
Que os noivos façam rendas de sonhos
E uma colcha de retalhos de infancia
De doces momentos
Que sejam casadas as alegrias
Que sejam conjujes as dores
Nas linguas a voz dos anjos
Soe a melodia das liras
Vibrem os sinos
O sol nasce de mãos dadas
Os noivos caminham ao horizonte
Hoje o dia nasce com suor e trabalho
Para a perfeição da noite
Os olhares trocados em cumplicidade
Reluzida na prata dos talheres
Traduzida nas almas
A chuva cobre uma bençãos de paz
Para a noite que vem se preparando de noiva
A noiva prepara seus olhos
O noivo prepara sua grave voz de trovão
Para os votos trocados
Perante todos
A noiva deseja casar
O noivo brilha nas alianças
Nascendo um novo lar
As toalhas bem preparadas
Na terra o suspiro fresco
As estrelas encantadas
Pela luz das brazas
Os olhos baixos suspirados
Aguardando a entrada
Das ninfas divinas cantando
"Invejamos ela
Que é tão bela
Que brilha como a lua
Que vai se casar
Que seja na delizadeza das manhãs claras
Sempre amada
Que o noivo lhe seja sempre os beijos
Os braços fortes
As voz de trovão
Que ela seja a rainha
Das terras prometidas
Dos orvalhos da madrugada
Dela é a voz das conchas
Das sereias, que dela seja o canto
Mítico sob as águas
Ela é mulher e deusa
E nós desejamos
Ter dela a benção de encontrar
Alguém para nós
Feliz seja o homem
Que for dela marido e alma
Para a vida inteira
Feliz o homem que tocar sua mão
E dela tirar o ar entregue
Que venham os filhos fiéis a promessa
Que seja sempre jurada
A vida aos dois
Que a morte se envergonhe
De terminar sua estrada
Mas que nem depois desta passagem
Se apague o amor dos dois"
No coração um universo de cores
Nos olhos os raios de uma super-nova
Ela entra mulher
E sai noiva
Ele entra homem
E sai noivo
Verdes que se amadureçam na primavera
E que abram as flores para os frutos
Para os noivos de mãos dadas
Que sonham com um lar
A festa com o calor
De fraquejar as pernas
De tamanho amor
Que não seja mais segredo
Onde as nascentes criam os rios
Para os mares
Para os noivos
Toda sorte
Que a vida lhes seja doce e cheia de seda
Com porcelanas bordadas e nuvens brancas
Que beijem os beija-flores e as açucenas
Que a noite faça silêncio para o seu sono
Que os noivos façam rendas de sonhos
E uma colcha de retalhos de infancia
De doces momentos
Que sejam casadas as alegrias
Que sejam conjujes as dores
Nas linguas a voz dos anjos
Soe a melodia das liras
Vibrem os sinos
O sol nasce de mãos dadas
Os noivos caminham ao horizonte
Um pingo de amor
As pedras e os metais do mundo estão sufocando as flores e devastando as matas.
O ser sente seu coração preso embaixo das ruas
Há sempre um PARE em todas as placas
Há muitas roupas para esconder os corpos
Há sempre uma lógica mentirosa pro que não entendemos.
Deitamos sentindo o peso de viver como uma penitência
As pessoas não nos olham nos olhos
E disfarçam as vozes em tom classico das prosas
Este é o novo mundo para os corações sensíveis
Ou a armadilha criada para nós pelos idiotas
A educação não cabe ao amor
E as leis nem sempre tem razão
Estamos juntos e nús num mundo de asfaltos e de chuvas ácidas.
O mundo vem tentando matar o sentimento e a emoção.
Não deixe o sonho se render aos comerciais
Veja minha querida
Meu coração baterá
Por mim e por você nesta vida
Com muito amor !!!!
Esta carta de um sobrevivente ao caos atual, que te ama sobre tudo!!!!!
O ser sente seu coração preso embaixo das ruas
Há sempre um PARE em todas as placas
Há muitas roupas para esconder os corpos
Há sempre uma lógica mentirosa pro que não entendemos.
Deitamos sentindo o peso de viver como uma penitência
As pessoas não nos olham nos olhos
E disfarçam as vozes em tom classico das prosas
Este é o novo mundo para os corações sensíveis
Ou a armadilha criada para nós pelos idiotas
A educação não cabe ao amor
E as leis nem sempre tem razão
Estamos juntos e nús num mundo de asfaltos e de chuvas ácidas.
O mundo vem tentando matar o sentimento e a emoção.
Não deixe o sonho se render aos comerciais
Veja minha querida
Meu coração baterá
Por mim e por você nesta vida
Com muito amor !!!!
Esta carta de um sobrevivente ao caos atual, que te ama sobre tudo!!!!!
Pincéis,lápis, ação
O poeta dilata as flores pálidas
Como um coração entre as máquinas
Como abelhas que buscam o néctar
Nas aquarelas
Ouço as vozes e não vejo as cores
Com o insensível toque
Da luz das velas
Chove o suor sobre os telhados de tinta
E os espelhos fingem o sorrisos
Enquanto as mãos rabiscam a terra
E inventam a semente
As paredes estão escritas com orações
Depois da guerra
Escrevi essa poesia enquanto esperava meu professor chegar na aula......
Mas não entendam mal......eu estudo direitinho!!!!!rsrsrsrsrsrs
Como um coração entre as máquinas
Como abelhas que buscam o néctar
Nas aquarelas
Ouço as vozes e não vejo as cores
Com o insensível toque
Da luz das velas
Chove o suor sobre os telhados de tinta
E os espelhos fingem o sorrisos
Enquanto as mãos rabiscam a terra
E inventam a semente
As paredes estão escritas com orações
Depois da guerra
Escrevi essa poesia enquanto esperava meu professor chegar na aula......
Mas não entendam mal......eu estudo direitinho!!!!!rsrsrsrsrsrs
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
A lágrima
Cidade escura de espinhas
Abotoadas e mansas
A gravata, a gaivota
A nuvem opaca
Goteja a natureza pesada
Sonoro semblante de silêncio
No fundo alvo e azul
Da serenidade e da tormenta
As mãos tocam o castanho dos olhos
Ao fundo dos oceanos
E a canção das conchas encharcam a alma
De uma doce e salgada saudade da infancia
E da pureza inesperada
Cabem sob os pés as agulhas do chão
E nas mãos o calor das brasas
Cabe no coração as flechas e a lança
Que solta a água
Pobres nos ramos as aves desplumadas
Que irônia sonhar com as palmas e as cortinas
Sem a vida da alma
Cabem em minhas mãos
Os corações e as lágrimas dos meus filhos
Abotoadas e mansas
A gravata, a gaivota
A nuvem opaca
Goteja a natureza pesada
Sonoro semblante de silêncio
No fundo alvo e azul
Da serenidade e da tormenta
As mãos tocam o castanho dos olhos
Ao fundo dos oceanos
E a canção das conchas encharcam a alma
De uma doce e salgada saudade da infancia
E da pureza inesperada
Cabem sob os pés as agulhas do chão
E nas mãos o calor das brasas
Cabe no coração as flechas e a lança
Que solta a água
Pobres nos ramos as aves desplumadas
Que irônia sonhar com as palmas e as cortinas
Sem a vida da alma
Cabem em minhas mãos
Os corações e as lágrimas dos meus filhos
domingo, 13 de fevereiro de 2011
O domingo nas esquinas
Menina menina
Nas mesas a surpresa é você mesma
Imagina, não pense demais
Deus quer os atos
A ilusão é tão passageira
Nem sempre há tempo de tantas respostas
Não perca seu tempo pegando os ratos
Tudo é destino e ninguém tem as horas
Tua vida virou brincadeira
Nas mãos de quem te sorri agora
Dormidas as manhãs e alegrias
Ninguém lembra de ti
Menina menina
Nem calvário nem sina te esperam la fora
O mar que te assombra é uma gota chuva
O beija flor voou e ja vamos embora
Para Vânia!!!!!
As amizades são aquelas que vão te arranhar e te ensinar a dor, mas que vão te dar o remédio pra mostrar que pra tudo tem um jeito.
Ninguém precisa ser só, mas encontrar alguém exige a solidão de estar aberto a uma companhia que seja boa e construtiva, da qual você participe pra terminar a obra inconcluida.
Pra talhar a perfeição precisa-se de força nas mãos e coragem de mudar a madeira bruta, as lágrimas vão dar o sentimento, as mãos a suavidade, o suor vai trazer a imagem do trabalho e a dedicação de quem corre atraz e busca seus objetivos.
Talhe também os pés, para que ná visão deles se possa ter a certeza de que ninguém poderá percorrer os teus caminhos nem carregar as tuas sacolas.
Mostre nesta obra olhos e uma boca de suavidade e feição humana tão rara hoje em dia.
Coloque os ouvidos, porque tudo o que você ja ouviu nós também ouvimos, nem sempre das bocas, mas sim das situações.
Essa poesia tem uma independencia de não ser presa a nada, pra desatar os nós do seus caminhos e das mãos dos pseudo-amigos que sempre te dão os sorrisos com um fundo de silêncio, pra te fazer acreditar que estás só no meio de toda a gente.
O mundo é grande e nada te impede de crescer além sd simetria das medidas.
A vida pertence àqueles que tem a força de tornar seus sonhos realidades vivas.
Nas mesas a surpresa é você mesma
Imagina, não pense demais
Deus quer os atos
A ilusão é tão passageira
Nem sempre há tempo de tantas respostas
Não perca seu tempo pegando os ratos
Tudo é destino e ninguém tem as horas
Tua vida virou brincadeira
Nas mãos de quem te sorri agora
Dormidas as manhãs e alegrias
Ninguém lembra de ti
Menina menina
Nem calvário nem sina te esperam la fora
O mar que te assombra é uma gota chuva
O beija flor voou e ja vamos embora
Para Vânia!!!!!
As amizades são aquelas que vão te arranhar e te ensinar a dor, mas que vão te dar o remédio pra mostrar que pra tudo tem um jeito.
Ninguém precisa ser só, mas encontrar alguém exige a solidão de estar aberto a uma companhia que seja boa e construtiva, da qual você participe pra terminar a obra inconcluida.
Pra talhar a perfeição precisa-se de força nas mãos e coragem de mudar a madeira bruta, as lágrimas vão dar o sentimento, as mãos a suavidade, o suor vai trazer a imagem do trabalho e a dedicação de quem corre atraz e busca seus objetivos.
Talhe também os pés, para que ná visão deles se possa ter a certeza de que ninguém poderá percorrer os teus caminhos nem carregar as tuas sacolas.
Mostre nesta obra olhos e uma boca de suavidade e feição humana tão rara hoje em dia.
Coloque os ouvidos, porque tudo o que você ja ouviu nós também ouvimos, nem sempre das bocas, mas sim das situações.
Essa poesia tem uma independencia de não ser presa a nada, pra desatar os nós do seus caminhos e das mãos dos pseudo-amigos que sempre te dão os sorrisos com um fundo de silêncio, pra te fazer acreditar que estás só no meio de toda a gente.
O mundo é grande e nada te impede de crescer além sd simetria das medidas.
A vida pertence àqueles que tem a força de tornar seus sonhos realidades vivas.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
As quatro passagens
A lua derrama petalas salgadas
Quando dormem os cachorros
No inverno das almas brancas
Nas cinzas depois da primavera
Quando dormem os cachorros
E uivam nas terras médias
As uvas da época
Enquanto os ursos caçam
A sonolência viva das corujas
Sentinelas das Quimeras
Pelas lentes desfocadas
Latentes e quentes
As escrituras estão repletas
Dos dialetos santificados
Com eras e eras
De idade
Quando dormem os cachorros
No inverno das almas brancas
Nas cinzas depois da primavera
Quando dormem os cachorros
E uivam nas terras médias
As uvas da época
Enquanto os ursos caçam
A sonolência viva das corujas
Sentinelas das Quimeras
Pelas lentes desfocadas
Latentes e quentes
As escrituras estão repletas
Dos dialetos santificados
Com eras e eras
De idade
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